Para nós família atípica com filho autista e com hiperatividade e défice de atenção, isto exige mais planeamento, atenção ao detalhe, obter muita informação
Mas logo depois desse excitamento inicial o que me passou pela cabeça foi como faríamos esta viagem com o nosso filho. Começaram a surgir as dúvidas, os medos, se valeria a pena…
Por tudo isto, se numa família típica, a rede de apoio é importante, aqui é crucial e fundamental. “É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”…
Quando recebemos a confirmação do diagnóstico do D., naquela tarde sei que as emoções foram muitas, ao mesmo tempo e que algumas foram sentidas de forma diferente por mim e pelo meu marido.
Existem 2 ou 3 questões com o nosso filho que ainda estão a ser trabalhadas e, quero acreditar, melhoradas aos poucos. Problemas na comunicação, dificuldades de socialização, alterações de comportamento. Comunicar não é só falar…
A psicóloga que nos deu o diagnóstico aconselhou-nos a que o D. continuasse as terapias que estava a fazer, mas que passasse a fazer também uma vez por semana acompanhamento com psicóloga.
Insisti para que me dissesse o quê propriamente. Explicou que poderia ser algo do Espectro do Autismo, mas só exames mais detalhados e observação de especialista é que se poderia ter certeza. Desabei!